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Cirurgia Profilática

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Mastectomia profilática: fazer ou não?

Cirurgia apresenta bons resultados na prevenção do câncer de mama, mas é recomendada em casos específicos.

O aconselhamento genético oncológico (rastreamento hereditário) e exames moleculares para identificar mutações nos genes são ferramentas que permitem avaliar a existência de susceptibilidade hereditária ao câncer. Caso identificada, devem ser intensificadas as ações de prevenção e rastreamento precoce de tumores. Entre as medidas preventivas estão o uso de bloqueadores hormonais e cirurgias redutoras de risco, como a mastectomia profilática, que diminui em cerca de 90% a probabilidade de desenvolvimento do tumor na mama.

É importante citar um dado estatístico que ajuda a dimensionar o lugar da mastectomia profilática entre os demais recursos preventivos: dos 55 mil casos de câncer de mama diagnosticados no Brasil, apenas entre 5% a 10% estão associados a algum tipo de mutação genética e, destes, somente parte relacionada com o gene BRCA1. Isso aponta para a necessidade de uma medicina mais personalizada. Não se trata se sair fazendo mastectomias, nem testes moleculares em todo mundo.

Fora a cirurgia preventiva, o caminho é fazer um acompanhamento médico rigoroso, com uso de medicamentos e realização de mamografias, ressonâncias e ultrassonografias periódicas. Os exames, é lógico, não impedem a doença. Só permitem o diagnóstico precoce. – Dr. Antônio Luiz Frasson

História de Força – Dr. Antônio Frasson